Zero Trust em saúde: por que estar dentro da rede não deveria significar acesso irrestrito
Conheça os princípios de Zero Trust e como identidade, menor privilégio e verificação contínua protegem sistemas e dados de saúde.
Informação para uma saúde diagnóstica mais conectada
Notícias, análises e conhecimento para quem transforma a jornada do exame.
35 conteúdos editoriais
Conheça os princípios de Zero Trust e como identidade, menor privilégio e verificação contínua protegem sistemas e dados de saúde.
Veja como acessibilidade, linguagem clara e interfaces inclusivas melhoram agendamento, preparo e acesso a informações sobre exames.
Saiba o que é DICOM Modality Worklist e como a lista de trabalho conecta agenda, paciente, procedimento e equipamento no diagnóstico por imagem.
Entenda as diferenças entre RIS e PACS, o papel de cada sistema no diagnóstico por imagem e como a integração reduz retrabalho operacional.
Conheça indicadores de demanda, acesso, capacidade, fluxo e qualidade para compreender a operação de um centro diagnóstico.
Entenda como completude, validação, versão e rastreabilidade melhoram a troca TISS entre prestadores e operadoras de saúde.
Entenda como qualidade, catálogo, responsabilidade, segurança e ciclo de vida formam uma governança de dados aplicável à saúde diagnóstica.
Veja como mapear dependências, definir contingência, testar recuperação e reconciliar dados após falhas em sistemas diagnósticos.
Veja como logs, métricas e traces ajudam a acompanhar integrações, desempenho e confiabilidade em operações digitais de saúde.
Entenda o padrão HL7 FHIR, seus recursos e como ele ajuda sistemas de saúde a trocar dados estruturados com governança e contexto.
Entenda como horários vagos, cancelamentos, no-show e ociosidade revelam oportunidades para melhorar capacidade e gestão de exames.
Entenda o que é infraestrutura diagnóstica e como pedido, autorização, rede, agenda, imagens, laudos, dados e financeiro formam uma única jornada.
Filas, gargalos, tempos, capacidade e pendências em tempo real podem antecipar decisões — desde que os dados sejam confiáveis e acionáveis.
Entenda por que elegibilidade, documentos, pendências e comunicação tornam a autorização de exames complexa e como organizar o processo.
Agendamento de exames envolve capacidade, prestador, localização, preparo, confirmação e reagendamento — não apenas uma vaga no calendário.
Pedidos, autorizações, agendas, atendimentos, imagens e laudos geram eventos capazes de revelar tempo, capacidade, qualidade e gargalos.
Procedimento realizado, faturamento, recebíveis, liquidação, capital de giro e antecipação dependem de dados operacionais conectados.
Conheça as oito etapas que levam um problema operacional da saúde à modelagem, integração, automação, medição e melhoria contínua.
Uma dúvida real pode iniciar uma boa conversa
Conheça o ecossistema ou converse com a Cross sobre o contexto da sua operação.